Blog de marialimeira


Nús artísticos em esculturas

 

 

Ron Mueck
.
Já conhecem o trabalho deste escultor?

http://www.slideshare.net/setasan11/esculturas-19448/

É só clicar na foto que a seguinte aparece. Às vezes demora um pouco, mas compensa esperar

BOM PROVEITO!



Escrito por marialimeira às 12h26
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Em Português:

ENCARCERADA

Rosina Valcárcel Carnero

 

(Tradução: Maria José Limeira)

 

Monarca, Juizes,

Meninos e Poetas:

Vinde! Vinde!

Debaixo da terra,

onde jamais chegou a luz:

Mirai-me encarcerada,

jogada no profundo

abismo dos mortos.

Vinde! Vinde!

Salvai meu corpo!

Longe de todo rastro humano:

Olhai-me encarcerada,

Maldita mil vezes pelos ventos!

Vinde! Vinde!

Aqui nasce o esquecimento.



Escrito por marialimeira às 23h16
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Em Espanhol:

ENCADENADA

Rosina Valcárcel Carnero

 

Monarca, Jueces,

Niños y Poetas:

¡Venid, venid!

Debajo de la tierra,

donde jamás llegó la luz:

Miradme encadenada,

arrojada en el profundo

abismo de los muertos.

¡Venid, venid!

¡Salvad mi cuerpo!

Lejos de toda huella humana:

Miradme encadenada,

¡Maldita mil veces por los vientos!

¡Venid, venid!

Aquí nace el olvido.

 

 

de Sendas del Bosque, La Rama Florida, 1966.

 

http://www.redaccionpopular.com/articulos/articulo.php?idArt=533



Escrito por marialimeira às 23h12
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AS FLORES DE SEMPRE

Maria José Limeira

 

A Natureza continua produzindo

flores & frutos.

Mas as pessoas carregam as flores

para o asfalto, onde são pisoteadas.

Os frutos são comestíveis,

e suas cascas jogadas nas calçadas.

 

Foi assim que escorreguei

numa casca de banana.

Em vez de flores,

vi estrelas!



Escrito por marialimeira às 00h49
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PLÁGIO INTEIRO

Maria José Limeira

 

Todo ano, chega o outono.

O bom inverno também aparece.

Na primavera, as flores brilham.

No verão, o sol aquece.

Assim, o ano que vem

é a cópia xerox do que passou.

Êta Natureza plagiária!

..........

 

 

SOBRAS

Maria José Limeira

 

Se existem algumas sobras

na Natureza,

não são as mulheres.

As sobras podem ser

os homens.

A começar pelo excesso

de cartilagens

no pênis...



Escrito por marialimeira às 00h47
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CELEBRAÇÃO

Maria José Limeira

 

Ergui minha taça de vinho

em homenagem ao Amor.

O sino da igreja tilintou.

Na transubstanciação,

em vez de encontrar Cristo,

quem desceu dos Céus

montado no cavalo de São Jorge

foi você.

 

Eu juro pela hóstia consagrada!

..........

 

 

BEM-ME-QUER-MAL-ME-QUER

Maria José Limeira

 

Numa roda de amigos,

enfrentei roleta-russa,

para provar que você me amava:

bem-me-quer-mal-me-quer...

E foi assim que descobri

que estava sozinha.



Escrito por marialimeira às 00h46
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PAIXÃO

Maria José Limeira

 

A paixão se afoga

em águas rasas.

Toma banho de chuveiro

na seca.

Dá murro em ponta

de faca,

e nó em pingo d´água.

Morre na praia,

afundada em lugar-comum.

...........

 

 

SAUDADE SEM CONSOLO

Maria José Limeira

 

Não existe consolo na saudade.

O que há é um livre despeito

de ser amada e depois descartada.

Ah, saudade...

Você é traiçoeira e hipócrita.

Vá embora!



Escrito por marialimeira às 00h44
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Parceria Limeira & Rô

MINHA FRASE DO MOMENTO

Maria José Limeira

 

Na frase que mais bendigo,

tem minha fase do momento,

meus versos de luas cheias,

minhas dores de umbigo,

meu cão sarnento

e meus sapatos sem meias...

Não é uma frase

sem eira nem beira.

É uma oração inteira!

...........

 

 

Ah! ave Limeira!

 

Oração é que nem cachaça

Começa quando ninguém mais se acha

Na presença de Deus

Quer sejam pseudo-santos ou ateus

Tudo recai nas mãos do Olimpo

caindo nos montes de Vênus

ou direto no colo de Zeus

 

Rosangela_Aliberti



Escrito por marialimeira às 02h29
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Parceria Limeira & Rô - Cont.

PARA ENCHER MEU VAZIO...

Maria José Limeira

 

Comi pipocas vendo filme

de terror.

Engoli amendoins olhando aviões

em piruetas no ar.

Mastiguei tremor.

Para esquecer você

comprei caixa de chocolates.

Comi todos, um a um.

Engoli as embalagens

de papel celofane,

até adoecer.

Mastiguei dores

até o fim.

Bem, depois disso,

e só assim,

tive paciência de esperar

o tempo arrefecer...



Escrito por marialimeira às 02h27
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Parceria Limeira & Rô - Cont.

PAUSA PARA OS COMERCIAIS

 

O interessante é gastar o vocabulário

Esfriar a mente com palavras

imagens e Viva a Santa Gula!

Vender os "donos do mundo"

a baciada na feira

E voltar prá casa admirando

um pingar-pingar

sem a marvada da dama pinga

Quer espantar varejeiras?

Dance com novas trilhas sonoras

sem o BBB

valorizando

uma por uma das goteiras...

 

(se não tenho nada de poeta

pelo menos poderei

vir a ser uma boa "marketeira" )

 

Rosangela_Aliberti



Escrito por marialimeira às 02h25
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Parceria Limeira & Rô - Cont.

MEU EUCALIPTO OLHANDO PARA O CÉU

Maria José Limeira

 

Plantei meu eucalipto risonho

somente para fazer chá

quando estivesse gripada.

Ele olha para o céu

e se enamora da estrela.

Eu só quero ver em que isto

vai dar!



Escrito por marialimeira às 02h23
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Parceria Limeira & Rô - Cont.

CHÁ DE ROSA-CHÁ

 

Não é o fio de faca

São inúmeras frases dispersas

sem compromisso

Nenhum papel da casa da moeda

É realmente limpo ou imaculado

Pensei em um mendigo

Catando restos numa lata de lixo

Que não sente nojo

da bituca dos cigarros dos outros

do cheiro dos restos

nem tem medo de dormir sobre os cacos

sem sustento próprio e agasalho

ou abrigo

 

O maior cancro moral

É o pouco valor que se dá as coisas

que não são consideradas belas

(mas, não deve ser mole

dormir sob a luz das estrelas)

 

Aspiro o humor verde

nos campos vermelhos

em plena Guerra fria

 

Rosangela_Aliberti



Escrito por marialimeira às 02h22
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àrceria Limeira & Rô - Cont.

RITUAL DO ADEUS

Maria José Limeira

 

Quando você disse,

solenemente,

que ia embora,

eu respondi

com coragem,

olhando dentro

dos seus olhos:

-Não vai não. Fica!

...........

 

 

BONS VOTOS DECENTES

 

Que o orgulho e a presunção injustificada

sejam diluídos em seus caminhos

Que a altivez seja sempre inflacionada

Que a soberba mal direcionada seja engolida

E que novos anjos lhe despertem

Dia e noite mais e mais prazer pela Vida

 

Rosangela_Aliberti



Escrito por marialimeira às 02h20
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Parceria Limeira & Rô - Cont.

CIDADE EM CONSTRUÇÃO

Maria José Limeira

 

Quando eu for

Presidente do meu País,

construirei uma cidade

com apenas dois lugares:

um para mim,

outro para você.

Ficaremos só nós dois

entre os lençóis,

longe dos aviões.



Escrito por marialimeira às 02h18
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Parceria Limeira & Rô - Final

TOM DE DISCURSO

 

Pensando bem

Não nasci para cortar refrões

"A ocasião faz o homem

dizia José de Alencar"

A hierarquia alonga as distâncias

enquanto os aviões passam

separarei os carneirinhos

escuros dos brancos

cada qual está no lugar certo

querendo ou não

o acertar de contas é próprio

...Se é apropriado?

cada qual sempre dá o que é 'melhor' de si

(ao dignificar algo de bom em si)

quem têm dívidas à pagar

segura o que tem bolso

 

Quem torce pela Nação

será que estará sempre bem disposto

a ver o rio correr em frente

em favor do Progresso?

Quanto mais se apontam erros

com os dedos sujos

se dá novas cordas para o retrocesso

Sonho virando as falhas do lado avesso

(esperando que os Grandes Sonhos...

se materializem aos poucos)

...........

 

Sampa, 08.II.07

Rosangela_Aliberti

www.rosangelaliberti.recantodasletras.com.br

 

João Pessoa, 08.02.3007

Maria José Limeira

http://maria-limeira.zip.net



Escrito por marialimeira às 02h17
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MUSA

Anderson Santos

 

À Maria José Limeira

que nunca disse - Fica!

 

 

Nem ao resistido

nem à desistência

 

o verso é reverso é avesso

 

o canto é vitória ou derrota

melodia ou solidão

 

um brinde à entrega

outro ao desempate

 

o revide é a vida e a rede

 

o dito é verdade ou verdade

própria ou de ninguém

 



Escrito por marialimeira às 22h00
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Cineasta produz vídeo sobre escritoras eróticas da Paraíba

   

As formas e o lirismo na Poesia Erótica Feminina da Paraíba foi o tema que a estudante de Comunicação, Mônica Helena de Andrade Fidelis escolheu para encerrar com chave de ouro seu curso na Universidade Federal da Paraíba, na habilitação Rádio e TV.

O tema será desenvolvido em vídeo de 14 minutos, que vai contar histórias de mulheres paraibanas de diferentes gerações, que escrevem poemas eróticos.

Coragem não falta à autora do vídeo, que já pesquisa o assunto há dois anos e seu projeto se encontra em fase de conclusão, sob a orientação do professor João de Lima.

Entre as escritoras enfocadas estão Irene Dias Cavalcante, Helena Pessoa e Maria José Limeira.

A proposta é “realizar um vídeo documentário sobre a história de mulheres de diferentes gerações que, imbuídas de espírito inovador e ousado, escrevem poemas eróticos e, através do olhar feminino, conhecer as nuances, formas e lirismo da Poesia Erótica Feminina e sua repercussão na sociedade paraibana”, disse a pesquisadora.

Entende a autora do projeto que “a Literatura Erótica era exercida só pelos homens até há bem pouco tempo, e o fato de as mulheres enveredarem por esse caminho já demonstra que o tempo da mudança chegou”.

A Literatura Erótica no Brasil iniciou-se oficialmente, segundo os pesquisadores, em 1915, com os versos ousados da brasileira Gilka Machado, que misturavam Política com Erotismo, e estimularam os movimentos feministas cinqüenta anos depois. Porém, mesmo após a Revolução Sexual, as escritoras brasileiras continuavam inspiradas na submissão e no poder patriarcal, diferentemente da produção musical que revolucionou o mundo com um lirismo anárquico beirando a pornografia.

Porém, nos anos 90 surgem outras poetisas como Ana Cristina César, Hilda Hilst e Márcia Denser, com suas culturas irreverentes, libertárias e desaforadas.

Algumas escritoras paraibanas não ficaram à margem dessa insurgência e divulgaram por conta própria suas produções literárias, a partir dos anos 60, com profundos impactos na sociedade local e nos meios culturais. Pioneira nesse sentido foi a Poetisa Irene Dias Cavalcante, cujo livro de poemas “Eu, mulher, mulher”, valeu-lhe dores de cabeça, inclusive na hora do lançamento, quando algumas portas se fecharam. Ela não se intimidou com as dificuldades e publicou seu segundo livro “Lirerótica”, nos mesmos termos e com o mesmo impacto. Irene é também romancista.

(Do Jornal "O Momento", em fase de reestruturação)

 



Escrito por marialimeira às 23h15
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exotics surreal

 

espelho contra espelho

olhando para o espelho

por detrás do espelho

o espelho

Vai Além

do espelho

 

Rosangela_Aliberti

São Paulo, 07.II.07

www.rosangelaliberti.recantodasletras.com.br

...........

 

EXÓTICO TROPICAL

Maria José Limeira

 

Espelho-me X espelho-te.

Cara a cara.

Rosto & contra-rosto.

Lábios desiguais.

Ai! Que calooorrr!

 



Escrito por marialimeira às 21h14
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NOVA OFICINA LITERÁRIA

 

Reestruturamos nossa comunidade

“Oficina Literária” no Orkut,

agora com novo nome: “Análise Crítica”.

 

http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=27451741

 

Aguardamos vocês todos lá.

Saludos.

Maria José Limeira.

 

 



Escrito por marialimeira às 23h23
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NAVEGANDO

Roberto Klotz

 

Fui mordido pela rocha,

o vento cozinhou estrela,

a mangueira ficou a vê-la,

defendeu-me a galocha.

 

Bebo água com canivete,

o telefone se retrata,

no discurso do vira-lata,

sola do pé mais três dá sete.

 

Máquina de caldo-de-cana,

picolé sorriu com cautela,

sábado acende a chama.

 

Jacaré tropeçou na goela,

até Baco Ana profana,

tudo é possível com ela.

 



Escrito por marialimeira às 23h59
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VAGAS LUZES

Maria José Limeira

 

(Para Roberto Klotz)

 

No barco do meu ancoradouro

vagas luzes se acendem

e se apagam

como se a noite fosse apenas

o começo do azul

que se anuncia...



Escrito por marialimeira às 23h48
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SE TIVER ALGUÉM OLHANDO...

Maria José Limeira

 

Se tiver alguém olhando,

eu tiro a roupa.

Se você passa e não me vê,

cadê você?

 

 

O FUNDO DO COPO

Maria José Limeira

 

Na mesa do bar,

o fundo do copo

me olhava

em comiseração.

Eu olhava a mesa do bar

e via o mar.

O copo era a embarcação.

 

Quando o barco virou

foi um terrível colosso.

Fiquei no fundo do poço

até hoje...



Escrito por marialimeira às 20h57
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LINHA DO HORIZONTE

Maria José Limeira

 

Olho o horizonte ao longe.

Tudo é tão distante.

Mas as pessoas próximas

estão mais longe ainda.

 

Por exemplo:

você passa por mim

e não me vê.

O que devo fazer

para você deixar

de ser assim?

 

 

MONÓLOGO DO AMOR

Maria José Limeira

 

Quando você foi embora,

tentei me matar.

Atirei-me na enxurrada

do rio.

Olhei lá de cima

do vigésimo terceiro andar.

Peguei a gilete

para me cortar.

 

Mas, pensando melhor

desfiz esse nó.

Virei-me para mim mesma

e disse:

- Te amo!



Escrito por marialimeira às 20h56
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SÃO TEUS SEIOS

 

São teus seios que me deixam louco,

Por eles me fascino e embeveço,

Tocá-los sabe sempre a muito pouco,

Quando de mim é que me esqueço.

 

Dois montículos que me deixam rouco,

Por clamar por eles a mim me venço,

Parecem-se com frutas de fértil coco,

E eu que já a mim não mais pertenço

 

Acaricio suavemente a sua derme,

Exposta aos meus sentidos apaziguados,

De quem tem em si a bendita verve.

 

Deita-os nas minhas mãos bem assim,

Quero vê-los de perto bem eriçados,

À espera do toque, pousados em mim.

 

Jorge Humberto

02/02/07

 



Escrito por marialimeira às 21h37
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